| 1 | ¶ [Salmo de Davi] A ti, SENHOR, levanto a minha alma. | |
| 2 | Deus meu, em ti confio, não me deixes confundido, nem que os meus inimigos triunfem sobre mim. | |
| 3 | Na verdade, não serão confundidos os que esperam em ti; confundidos serão os que transgridem sem causa. | |
| 4 | Faze-me saber os teus caminhos, SENHOR; ensina-me as tuas veredas. | |
| 5 | Guia-me na tua verdade, e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação; por ti estou esperando todo o dia. | |
| 6 | Lembra-te, SENHOR, das tuas misericórdias e das tuas benignidades, porque são desde a eternidade. | |
| 7 | Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões; mas segundo a tua misericórdia, lembra-te de mim, por tua bondade, SENHOR. | |
| 8 | ¶ Bom e reto é o SENHOR; por isso ensinará o caminho aos pecadores. | |
| 9 | Guiará os mansos em justiça e aos mansos ensinará o seu caminho. | |
| 10 | Todas as veredas do SENHOR são misericórdia e verdade para aqueles que guardam a sua aliança e os seus testemunhos. | |
| 11 | Por amor do teu nome, SENHOR, perdoa a minha iniqüidade, pois é grande. | |
| 12 | Qual é o homem que teme ao SENHOR? Ele o ensinará no caminho que deve escolher. | |
| 13 | A sua alma pousará no bem, e a sua semente herdará a terra. | |
| 14 | O segredo do SENHOR é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança. | |
| 15 | ¶ Os meus olhos estão continuamente no SENHOR, pois ele tirará os meus pés da rede. | |
| 16 | Olha para mim, e tem piedade de mim, porque estou solitário e aflito. | |
| 17 | As ânsias do meu coração se têm multiplicado; tira-me dos meus apertos. | |
| 18 | Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados. | |
| 19 | Olha para os meus inimigos, pois se vão multiplicando e me odeiam com ódio cruel. | |
| 20 | Guarda a minha alma, e livra-me; não me deixes confundido, porquanto confio em ti. | |
| 21 | Guardem-me a sinceridade e a retidão, porquanto espero em ti. | |
| 22 | Redime, ó Deus, a Israel de todas as suas angústias. | |
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Salmos 25
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Salmo 88
1. Ó Senhor, Deus que me salva, a ti clamo dia e noite.
2. Que a minha oração chegue diante de ti; inclina os teus ouvidos ao meu clamor .
3. Tenho sofrido tanto que a minha vida está à beira da sepultura!
4. Sou contado entre os que descem à cova; sou como um homem que já não tem forças.
5. Fui colocado junto aos mortos, sou como os cadáveres que jazem no túmulo, dos quais já não te lembras, pois foram tirados de tua mão.
6. Puseste – me na cova mais profunda, na escuridão das profundezas.
7. Tua ira pesa sobre mim,; com todas as suas ondas me afligiste.
8. Afastaste de mim os meus melhores amigos e me tornaste repugnante para eles. Estou como um preso que não pode fugir;
9. minhas vistas já estão fracas de tristeza. A ti, Senhor, clamo a cada dia; a ti ergo as minhas mãos.
10. Acaso mostras as tuas maravilhas aos mortos? Acaso os mortos se levantam e te louvam?
11. Será que o teu amor é anunciado no túmulo, e a tua fidelidade, no Abismo da Morte?
12. Acaso são conhecidas as tuas maravilhas na região das trevas e os teus feitos de justiça, na terra do esquecimento?
13. Mas eu, Senhor, a ti clamo socorro; já de manhã a minha oração chega a sua presença.
14. Por que, Senhor, me rejeitas e escondes de mim o teu rosto?
15. Desde moço tenho sofrido e ando perto da morte; os teus temores levaram-me ao desespero.
16. Sobre mim se abateu a tua ira; os pavores que me causas me destruíram.
17. Cercaram-me o dia todo como uma inundação; envolvem-me por completo.
18. Tiraste de mim os meus amigos e os meus companheiros; as trevas são a minha única companhia.
2. Que a minha oração chegue diante de ti; inclina os teus ouvidos ao meu clamor .
3. Tenho sofrido tanto que a minha vida está à beira da sepultura!
4. Sou contado entre os que descem à cova; sou como um homem que já não tem forças.
5. Fui colocado junto aos mortos, sou como os cadáveres que jazem no túmulo, dos quais já não te lembras, pois foram tirados de tua mão.
6. Puseste – me na cova mais profunda, na escuridão das profundezas.
7. Tua ira pesa sobre mim,; com todas as suas ondas me afligiste.
8. Afastaste de mim os meus melhores amigos e me tornaste repugnante para eles. Estou como um preso que não pode fugir;
9. minhas vistas já estão fracas de tristeza. A ti, Senhor, clamo a cada dia; a ti ergo as minhas mãos.
10. Acaso mostras as tuas maravilhas aos mortos? Acaso os mortos se levantam e te louvam?
11. Será que o teu amor é anunciado no túmulo, e a tua fidelidade, no Abismo da Morte?
12. Acaso são conhecidas as tuas maravilhas na região das trevas e os teus feitos de justiça, na terra do esquecimento?
13. Mas eu, Senhor, a ti clamo socorro; já de manhã a minha oração chega a sua presença.
14. Por que, Senhor, me rejeitas e escondes de mim o teu rosto?
15. Desde moço tenho sofrido e ando perto da morte; os teus temores levaram-me ao desespero.
16. Sobre mim se abateu a tua ira; os pavores que me causas me destruíram.
17. Cercaram-me o dia todo como uma inundação; envolvem-me por completo.
18. Tiraste de mim os meus amigos e os meus companheiros; as trevas são a minha única companhia.
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